Case

Brasilata

Da linha de produção à prateleira digital com a camada de Integrações da Check Commerce.

Brasilata

Sobre a Marca

A Brasilata é uma das maiores fabricantes de embalagens metálicas do Brasil: sete décadas de operação, cinco fábricas (SP, RS, GO, PE, RJ), presença em 15 países e um faturamento de R$ 1,2 bilhão em 2025.

É o tipo de indústria que sustenta marcas gigantes como BASF, Danone, AkzoNobel, Sherwin Williams e Eurofarma, fornecendo latas, baldes e aerossóis em escala industrial.

Desafios

Uma indústria pensada para tiragens altas e clientes grandes não tinha, dentro de si, nenhum caminho natural até o pequeno lojista que precisa de 200 latas personalizadas para o lançamento de um produto.

A Brasilata enfrentava três travas ao mesmo tempo, e nenhuma delas se resolvia isoladamente.

Concentração de receita como risco existencial

A receita estava concentrada em poucos grandes contratos, o que transformava a perda de um único cliente em risco existencial.

Barreira tecnológica de produção

A tecnologia de produção (impressão offset) exigia tiragens mínimas altas, deixando todo o segmento de pequenas e médias empresas fora de alcance: economicamente inviável de atender.

Ausência de canal de distribuição escalável

Mesmo com nova tecnologia, faltava um canal comercial capaz de atender centenas de clientes menores sem inflar custos. Produção e distribuição precisavam ser resolvidas juntas.

Tecnologia como ponto de virada

A mudança de impressão offset para impressão digital foi o que tornou o novo modelo possível. Tiragem mínima compatível com PME, setup mais rápido, prazo competitivo e personalização total a partir de arquivo digital: pela primeira vez, a indústria conseguia atender um mercado que antes nem enxergava.

Mas tecnologia sozinha não cria um canal.

Entre 2017 e 2023, a Brasilata testou e descartou cinco hipóteses de negócio até validar o formato certo: equipe comercial própria não funcionou, B2C puro não encontrou demanda, personalização sem suporte de design gerava atrito, lote mínimo ainda travava a base menor.

pivôs de evolução da Brasilata

Cada pivô ensinou uma coisa específica, até a empresa entender que o gargalo real não era industrial, era de modelo de operação.

A arquitetura por trás da escala

O formato que emergiu desses aprendizados só se sustenta com uma decisão deliberada: manter a equipe interna enxuta (quatro pessoas) e transferir toda a execução especializada para parceiros que já fazem aquilo em escala.

Plataforma Shopify Personalizada

com jornada de compra pensada para um comprador industrial sem experiência em e-commerce.

Resultados

A receita por tonelada de aço da Loja da Lata é 3 vezes maior que a do canal industrial tradicional.
Mesmo ativo produtivo, triplo de valor.

+13.000 clientes

atendidos desde 2019, base ativa e em constante crescimento

3,6x de crescimento

da operação entre 2019 e 2025

70% do faturamento

vem de latas personalizadas, mix que a impressão digital abriu

Reconhecimento

Prêmios ABRE, Embanews e The Canmaker. Além de parceria com marcas relevantes no mercado.

O aprendizado

E-commerce industrial não é projeto de TI, é transformação de modelo de negócio: vender valor em vez de volume, precificar pelo que o cliente paga em vez de markup sobre custo, tratar cliente pequeno como alguém que precisa de um modelo para crescer.

A Loja da Lata prova que uma indústria consolidada pode ter canal D2C com densidade técnica real, sem abrir mão da escala que a tornou grande.

Conte com a Check

Se uma indústria com sete décadas de história conseguiu multiplicar por 3 o valor da própria operação, o que a arquitetura certa destrava na sua?

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